quinta-feira, 26 de abril de 2007

Exercício/ Valor: 2,5

-Escolher um texto jornalístico na internet, que não possua hiperlink de meio de texto.
-Criar no hipertexto, 10 hiperlinks de meio de texto.
-5 site oficial
- 5 outros sites
-No final do texto colocar o link de onde foi tirado o texto


Angelina Jolie quer adicionar sobrenome Pitt ao nome do novo filho
Os outros três filhos do casal já têm o sobrenome de Brad Pitt, companheiro da atriz. Par de atores não é casado oficialmente e nem pretende se casar.
LOS ANGELES - A estrela Angelina Jolie entrou com um pedido num tribunal dos EUA para acrescentar o sobrenome do companheiro Brad Pitt ao seu novo filho adotivo, Pax, mostraram documentos nesta terça-feira (24).
Jolie, que adotou Pax Thien Jolie de um orfanato vietnamita em março, apresentou uma petição a um tribunal do condado de Los Angeles para mudar o nome do nome do menino, de 3 anos, para Pax Thien Jolie-Pitt. No Vietnã, o menino se chamava Pham Quang Sang.
O procedimento, uma formalidade exigida para mudar legalmente o nome do menino, foi divulgado primeiramente no site de celebridades TMZ.com.
Pitt tem uma filha, Shiloh, com Jolie e se tornou o pai adotivo das suas outras duas crianças, o menino de 5 anos Maddox, do Camboja, e a filha de 2 anos, Zahara, da Etiópia. Shiloh, Maddox e Zahara já compartilham os sobrenomes de Jolie e Pitt, embora o casal não tenha se casado e não tenha planos de se casar. A vencedora do Oscar de 31 anos co-estrelou com Pitt "Sr. e Sra. Smith".
Segundo assessores de Angelina Jolie, ela adotou Pax como mãe solteira no Vietnã, porque o país não permite a adoção de crianças por quem não está casado.
(Por Dan Whitcomb)

Seja bem vindo ao bloger "Um espaço..." da aula de jornalismo online!!!!
A Nova Era...

Você tem o que dizer? Agora tem um espaço. Pode falar. Articule seus interesses. Trabalhe com seriedade.
Bem-vindo. Está chegando a Nova Era, a Era da Internet

No século XX, o rádio e a televisão definiram a sua cara. Primeiro o rádio, depois a TV. Projetaram celebridades e revolucionaram nossos costumes. Temas como divórcio, aborto, sexualidade e racismo ganharam espaço. Rádio e TV também participaram da nossa política. Foram eles que serviram de meios para que muitos políticos se tornassem conhecidos. Transmitiram mensagens e exerceram o poder sobre todos nós. Geraram fortunas e transformaram a economia por meio da publicidade e do marketing. Realmente, sem exagero, o século passado pode ser chamado de ‘A Era do Rádio e da Televisão’. E o século XXI?
Dizem que estamos na Era da Internet. Em vez de um meio de comunicação de massa, com um transmissor central para milhões de emissores, o ciberespaço promete democratizar a informação. Onde a participação será de todos, publicando e gerando conteúdos. Um meio de comunicação construído pela massa. Os blogs, ou diários virtuais, vêm como promessa para essa Nova Era — o século XXI, Era da Internet, e claro, dos blogs.
Para o jornalista Ricardo Noblat, que transformou sua carreira para trabalhar com o webjornalismo, o blog tem sentido da comunicação instantânea, a história em tempo real, criando um vínculo maior entre ele e o leitor. Com 40 anos de carreira, Noblat afirma que a decisão de continuar trabalhando com o jornalismo pela internet se deu pela insistência dos leitores de seu blog (noblat.blig.ig.com.br), que tem como assunto os bastidores da política brasileira. A princípio, ele se surpreendeu com a quantidade de acessos e comentários que surgiram no blog, e com a quantidade de tempo necessária para atualizar a página.
Ao ler as matérias, os internautas podem interagir diretamente com o jornalista, enviando comentários, que são todos respondidos no menor tempo possível. Mesmo sendo um mundo novo, Noblat se sente realizado. Desse novo aspecto, ele tirou várias lições. “Aprendi a ser mais rigoroso na apuração da informação, pois, no blog, o que é publicado é da minha responsabilidade. Também aprendi a levar a opinião dos outros em conta, mesmo que eu discorde”, conta.
Mas, afinal, o que é um blog? A definição clássica afirma que é uma página da Web, cujas atualizações são organizadas cronologicamente como um histórico ou diário. Qualquer pessoa escreve com total liberdade. O termo surgiu em 1997, quando o internauta Jorn Barger, autor de um dos primeiros blogs, concebeu o termo “weblog”, algo como “registro na web”, onde um diarista relata todas as informações de seu interesse.
Em 1999, outro navegante quebrou o termo weblog em dois, formando o trocadilho “we blog”, ou “nós blogamos”. Com isso, a palavra “blog” pegou. Tornou-se referência para qualquer diário ou registro mantido na rede. O blog funciona assim: você pode escrever um texto, publicar uma foto, um filme, colocar links, ou uma simples idéia que está na sua cabeça. Com um mouse na mão, pronto, está feito o seu blog!
Antes, os diários eram escritos em pequenos cadernos, com cadeado, para quem queria manter as coisas em segredo. Na Era da Internet, eles se transformaram em manifestações públicas e coletivas. Um faz referência ao outro. Um comenta no outro, ou até se inspira. Essa explosão de blogs ficou conhecida como “blogsfera”.
De acordo com informações da Technorati, que monitora o conteúdo de mais de 52 milhões de blogs, a quantidade tem dobrado a cada seis meses. Hoje, existem cerca de 70 milhões de blogs e quase 75 mil são criados todos os dias. O resultado é um novo blog por segundo. Há uma página para cada 25 pessoas on-line. E, quem lê isso tudo? Cerca de 1/3 dos usuários da internet, segundo a mesma Technorati.


Somos todos jornalistas?


Definido como uma espécie de “diário eletrônico”, o blog está ganhando cada vez mais recursos e, em algumas situações, pode ser considerado um veículo de comunicação. A produção de conteúdos tem como impacto a facilidade de publicação que o blog oferece. No que se refere à comunicação e à informação, o weblog pode ser considerado uma das mais importantes ferramentas criadas para a produção de conteúdo na internet.
Não por permitir qualquer pessoa criar e manter um veículo de comunicação gratuito, o fundamental é a participação dos leitores nas mudanças no monopólio da informação. A notícia passa a ser produzida de forma coletiva, com novos pontos de vista e chegando a lugares que os meios de comunicação não conseguiriam chegar. Informações de extrema relevância, como o desastre do furacão Katrina e o Tsunami no Oceano Índico, foram apuradas por gente comum, com grande volume de postagens nos blogs.
Hoje, se você estiver no lugar certo e na hora certa, com um celular na mão, fica fácil se tornar um fotógrafo ou cinegrafista. O leitor “apura” a matéria e a envia pronta para a redação. Em contrapartida, questões como a credibilidade da informação, o tempo que gastamos na faculdade aprendendo temas como a ética, não se calam. Quem responde a essas perguntas é o jornalista Ricardo Noblat, na palestra Jogo de Idéias, oferecida pela TV PUC. “Credibilidade se conquista produzindo informações de qualidade. Isso o leitor comum pode fazer. Mas é claro que o jornalista, que estudou para isso, sai na frente”, afirma. E completa dizendo que a mídia impressa, depois do surgimento dos blogs, não terá um fim. Mas, vai passar por mudanças para se adaptar aos novos meios.
A estudante de jornalismo Nadia Nunes, 22 anos, acha que o blog é uma ferramenta muito interessante. “As pessoas comuns têm como produzir informações de qualidade. É o talento que define quem é bom ou ruim. A informação deixa de ter um monopólio”, acredita.
O Globo, por exemplo, criou o Eu Repórter, no Globo Online, que recebe material dos leitores. A equipe procura manter o texto original recebido, fazendo apenas mudanças que facilitem a compreensão da leitura e checando as informações, para garantir a credibilidade.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Questões Pierre Lévy

Questões Pierre Lévy:
1. De acordo com o filósofo Pierre Levy, “ a comunicação interativa e coletiva é a principal atração do ciberespaço”. Isso ocorre porque a Internet é um instrumento de desenvolvimento social. Ela possibilita a partilhar da memória, da percepção e da imaginação. Isso resulta na aprendizagem coletiva e na troca de conhecimento entre grupos. Quando a sociedade assimila uma cultura, ela passa a ter uma transformação. Hoje em dia é culturalmente inviável você não participar das tecnologias da informação.
2. A tecnologia da informação pode ser considerada mais importante que as outras tecnologias, a partir do momento que a mesma tenha uma grande capacidade de se tornar um instrumento de troca, de produção, estocagem de informação, se tornando uma tecnologia intelectual, uma ferramenta de colaboração. O receptor deixa de ser passivo e passa a interagir, acontecendo uma troca de informação. Novas maneiras de pensar e de conviver começa a ser elaborada a partir do mundo das telecomunicações da informação. Outra possibilidade é a rapidez que a sociedade assimila a tecnologia da informação. A circulação de informação é muito maior.

3. Depende da maneira que a sociedade as utiliza. Há uma nova forma de relacionamento entre as pessoas, com o surgimento das tecnologias, como a internet. As pessoas que não dominam mais as tecnologias da informação podem ser consideradas em algum momento analfabetas digital. Todas as tecnologias assustam, agridem, mais depois resolvem.

4. Talvez o caminho da sociedade e da cultura no próximo milênio depois de passar o impacto da Internet, seja da humanidade tentar se organizar cada vez menos em padrões formais e valorizar mais o aprendizado, a inteligência coletiva como uma nova forma de organização. Sendo a Internet um grande palco para a democratização da informação, do saber, através de sua característica de pluralidade e diversidade.
É necessário que cada grupo ou indivíduo faça uma seleção das informações disponível no ciberespaço, dando a elas sentido.